A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) anunciou um avanço significativo no reconhecimento sanitário do Brasil para a exportação de carne suína à China.
Agora, além de Santa Catarina, o Rio Grande do Sul e o Mato Grosso, que já possuem plantas habilitadas, poderão também vender carne com osso e miúdos ao gigante asiático.
Estima-se que essa ampliação poderá resultar em um incremento superior a 40 mil toneladas anuais de proteína suína embarcada, com incremento de receita cambial estimado em US$ 150 milhões por ano.
Para o presidente da ABPA, Ricardo Santim, tal reconhecimento é fruto de uma luta histórica envolvendo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e o setor privado.
Além das plantas já habilitadas, Santin reforça a possibilidade de que outras, de diferentes estados do Brasil, busquem essa habilitação. Para ele, a medida reafirma a posição do Brasil como um importante parceiro na segurança alimentar global.
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