20/04/2026

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Produtores debatem adubação de soja em MT

No campo, o conhecimento de ponta é ferramenta essencial para aumentar a produtividade e tomar decisões mais assertivas nas lavouras de soja. Pensando nisso, a Rodada Técnica chegou a Querência (MT) para aproximar os produtores das pesquisas mais recentes sobre adubação e manejo de solos.

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O evento reuniu agricultores, técnicos e especialistas que acompanharam de perto os estudos realizados pelos Centros Tecnológicos (CTECNOs), voltados para temas como a aplicação eficiente de fósforo e potássio nas lavouras de soja e milho.

Iniciativa para quem produz soja

A iniciativa integra um conjunto de ações realizadas pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), por meio dos CTECNOs, que buscam adaptar o conhecimento científico à realidade do produtor. Segundo o vice-presidente leste da entidade, Lauri Jantsch, o evento reforça o compromisso com o desenvolvimento regional. “É um evento que traz muita informação técnica para o produtor e ajuda na tomada de decisão na propriedade”, destaca.

Debates

Durante a apresentação técnica, André Somavilla, coordenador de pesquisa do CTECNO Araguaia, destacou que a aplicação correta de fósforo (P) e potássio (K) evita desperdícios, reduz custos e aumenta a eficiência das lavouras. Segundo ele, entender os teores no solo e os níveis críticos é essencial para definir a necessidade da adubação fosfatada. Já o potássio exige atenção especial em solos arenosos ou com alto teor de silte, devido à dinâmica diferenciada do nutriente.

Segundo o pesquisador, no CTECNO Araguaia vêm sendo conduzidos estudos para avaliar se, em solos com potássio naturalmente elevado, é mesmo necessário aplicar o nutriente. Os primeiros resultados mostram que as plantas conseguem acessar o potássio do solo, desde que fatores como palhada e a cultura em uso sejam considerados.

Para Anderson Frizzo, delegado coordenador do núcleo de Querência, eventos como esse são fundamentais. “É importante trazer essas rodadas técnicas para dentro de casa, onde temos inúmeros produtores presentes. São informações que vêm de protocolos testados e aplicados no dia a dia. Isso torna as decisões mais assertivas”, conclui.

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