04/05/2026

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Forbes Agro100 Recebe em São Paulo Empresas e Cooperativas Que Respondem por 16% do PIB do Brasil

GrupoPHD

Forbes Brasil recebe seus convidados no Jóquei Clube de São Paulo

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A Forbes Brasil recebeu no início da tarde desta terça-feira (25), 166 entre CEOs e lideranças de empresas e cooperativas do agro para a apresentação do ranking Forbes Agro100 2025, no Jockey Club, na capital paulista.

Esse ano, a Lista Forbes Agro100 está completando a sua sexta edição. Então, nos sentimos honrados de dar visibilidade de uma forma positiva”, diz Katarina Camarotti, diretora executiva da Forbes Brasil. “Eu conversava com um dos CEOs homenageados sobre como o agro às vezes é mal interpretado pela mídia. Temos aí essa tarefa muito importante e desafiadora de contar melhor essa história”.

Apresentado pela jornalista Fabiana Scaranzi e com o apoio do Grupo PHD, o Forbes Agro100 contou com o patrocínio da Royal Salute e do WhatsApp.

É um prazer poder celebrar mais um ano de parceria com nosso whisky Royal Salute. É um privilégio poder brindar o agro, um setor que movimenta o nosso país. Por isso é sempre muito especial estar nos eventos da Forbes, mas principalmente esse do Agro100 para celebrar o protagonismo do agronegócio no Brasil”, diz Ana Paula Limonge, head de Marketing de Prestige da Pernod Ricard, detentora da marca Royal Salute.

Gosto muito de falar de tecnologia e o agro no Brasil já é e sempre foi o pioneiro em adoção de tecnologias e isso tem muito a ver com o WhatsApp”, diz Conrado Leister, vice-presidente da Meta Brasil, companhia dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Para Marcos Oliveira, head de Strategic Partnerships na Meta, o agro é estratégico para criar maiores vínculos e mais possibilidades negócios através do WhatsApp. “Queremos levar toda essa expertise que outras indústrias já desenvolveram para o ambiente do agro”, diz Oliveira.


  • Katarina Camarotti, diretora-executiva da Forbes Brasil

    Katarina Camarotti, diretora-executiva da Forbes Brasil

  • Caio Carvalho e Ingo Plöger, da Associação Brasileira de Agronegócio

    Foto_PHD

    Caio Carvalho e Ingo Plöger, da Associação Brasileira de Agronegócio

  • Foto: LuPrezia

  • Fabiana Scaranzi, mestre de cerimônia, com líderes de cooperativas

    Foto: LuPrezia

    Fabiana Scaranzi, mestre de cerimônia, com líderes de cooperativas

  • Tanya Preciado e Marcelo Francisco Bequioi

    LuPrezia

    Tanya Preciado e Marcelo Francisco Bequioi

  • Cesar Borges, Caramuru Alimentos, e seu neto

    Foto: LuPrezia

    Cesar Borges, Caramuru Alimentos, e seu neto

  • Conrado Leister e Marcos Oliveira, do WhatsApp

    Foto: LuPrezia

    Conrado Leister e Marcos Oliveira, do WhatsApp

  • Fernando Degobbi, da Coopercitrus

    Foto_LuPrezia

    Fernando Degobbi, da Coopercitrus

  • Marquinhos Molina, da MBRF

    Foto: LuPrezia

    Marquinhos Molina, da MBRF

  • João Lima, Bruno Russo e Pietro Constantino, da Timbro Trading

    Foto: LuPrezia

    João Lima, Bruno Russo e Pietro Constantino, da Timbro Trading

  • Gilberto Tomazoni, da JBS

    Foto: LuPrezia

    Gilberto Tomazoni, da JBS

  • Eduardo Monteiro, da Mosaic

    Foto: LuPrezia

    Eduardo Monteiro, da Mosaic

  • Fabiana Scaranzi, jornalista e mc do Forbes Agro100

    Foto_PHD

    Fabiana Scaranzi, jornalista e mc do Forbes Agro100

  • Rafael Tortola, da GTFoods

    Foto_LuPrezia

    Rafael Tortola, da GTFoods

  • João Ricardo e Dênio de Oliveira, da Bem Brasil

    Foto: LuPrezia

    João Ricardo e Dênio de Oliveira, da Bem Brasil

  • Paulo Sousa, da Cargill

    Foto: LuPrezia

    Paulo Sousa, da Cargill

  • Paulo Alvarenga, CEO da thyssenkrupp América do Sul e presidente da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo

    Foto: LuPrezia

    Paulo Alvarenga, CEO da thyssenkrupp América do Sul e presidente da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo

  • Eduardo Vilela de Rezende e Jacques Fagundes Miari, da Cocatrel

    Foto: LuPrezia

    Eduardo Vilela de Rezende e Jacques Fagundes Miari, da Cocatrel

  • Regis Murilo Lourenço Lemes e Danilo Dalia Jorge, da Aliança Agrícola do Cerrado

    Foto: LuPrezia

    Regis Murilo Lourenço Lemes e Danilo Dalia Jorge, da Aliança Agrícola do Cerrado

  • Henrique Alexandre Mazzardo, da Fiagril

    Foto_LuPrezia

    Henrique Alexandre Mazzardo, da Fiagril

  • Rodrigo Rodrigues Petrus e Thais Vieira, da ESALQ/USP

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    Rodrigo Rodrigues Petrus e Thais Vieira, da ESALQ/USP

  • Rogério Bonato e Luciano Pascon, do Frigol

    Foto_LuPrezia

    Rogério Bonato e Luciano Pascon, do Frigol

  • Arnaldo Antonio Bortoletto, da Coplacana

    Foto_LuPrezia

    Arnaldo Antonio Bortoletto, da Coplacana

  • Fernando Storchi, da Eldorado Celulose

    Foto_LuPrezia

    Fernando Storchi, da Eldorado Celulose

  • João Luis Benetti, da ICL América do Sul

    Foto_LuPrezia

    João Luis Benetti, da ICL América do Sul

  • Márcia Araújo  Alberto Luis de Araújo, da Belagrícola

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    Márcia Araújo Alberto Luis de Araújo, da Belagrícola

  • Ingo Plöger, da Abag, e Nina Plöger, presidente do FMA

    Foto_LuPrezia

    Ingo Plöger, da Abag, e Nina Plöger, presidente do FMA

  • Jorge Guinle, presidente e sócio-fundador da Timbro Trading

    Foto_LuPrezia

    Jorge Guinle, presidente e sócio-fundador da Timbro Trading

  • Vera Ondei, editora da Forbes Agro

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    Vera Ondei, editora da Forbes Agro

  • Painel sobre mercado de agro

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    Painel sobre mercado de agro

  • Drink criado pela Royal Salute especialmente para o Forbes Agro100

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    Drink criado pela Royal Salute especialmente para o Forbes Agro100

O agro que move a economia nacional

Em 2024, o conjunto das 100 empresas e cooperativas elencadas pela Forbes Brasil atingiu R$ 1,9 trilhão em receita líquida, frente a R$ 1,8 trilhão em 2023, um crescimento de 3,3%. Juntas elas responderam por 16,1% do PIB nacional e 69,3% do PIB do setor, segundo IBGE e Cepea/USP.

Mais do que produção, o agro sustenta a balança comercial e o emprego. No total, o setor registrou 28,2 milhões de postos de trabalho, ou 26% da força de trabalho nacional. O setor ainda garantiu US$ 147,3 bilhões (R$ 792,69 bilhões, segundo cotação atual) de superávit, recorde histórico nas exportações brasileiras.⁠

“Todos sabem que nós somos o que somos porque a lutamos para mostrar a qualidade do que somos”, diz Luiz Carlos (Caio) Corrêa Carvalho, atual presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).

Ele e o próximo sucessor da ABAG, Ingo Plöger, fizeram um breve discurso na abertura do evento. Plöger passa a comandar a entidade em 2026.

“Queremos fazer um grande convite à sociedade brasileira para pensar o agro para os próximos dez anos, porque o agro brasileiro está passando por transformações profundas. […] O agro no mundo é solução”, diz Plöger.

As empresas de destaque no agro brasileiro

No total, a Lista Agro100 é composta por 21 companhias na categoria de Agroenergia; 16 de Comércio e Tradings; 16 Cooperativas; 14 de Alimentos e Bebidas; 14 de Proteína Animal; 11 de Agroquímicos, Genética e Insumos; e 8 de Celulose, Madeira e Papel.

Para o CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni, a celebração do reconhecimento da companhia reforça sua posição no centro das discussões sobre alimentos, clima e inclusão, sendo inclusive a empresa que encabeça a lista com uma receita líquida de R$ 416,95 bilhões em 2024.

Buscamos sempre a excelência operacional e trabalhamos para desenvolver as comunidades em que estamos participando. Nós trabalhamos procurando crescer e ao mesmo tempo que fazemos isso de uma maneira mais sustentável”, diz Tomazoni.

Eduardo Monteiro, Country Manager Brasil da Mosaic Fertilizantes, líder no setor de Agroquímicas, Genética e Insumos na Lista faturando R$ 24,15 bilhões, detalha como a gestão de riscos e a governança financeira tornaram-se pilares do novo agronegócio brasileiro.

“A gestão de risco é fundamental e a agricultura é a gestão de risco na sua essência. Então é importante que o agricultor olhe para isso. Quando vemos o nosso progresso dos últimos 20 anos, a produção brasileira cresceu aí praticamente 400% em termos de volume e tecnologia e gestão ajudaram nisso”, diz Monteiro.

Outra companhia que mereceu destaque foi a Timbro. A trading multiprodutos em exportação, importação e mercado interno passou de um faturamento próximo de R$ 2,5 bilhões em 2020, com previsão de algo próximo a R$ 25 bilhões em 2025, o que significaria um crescimento médio anual entre 30% e 40%.

A Timbro tem como um dos principais propósitos, levar o Brasil para o resto do mundo. Então, ao ganharmos essa chancela, subimos mais posições no ranking. Agora somos a 23ª maior empresa do país do agronegócio”, diz Bruno Romano Russo, vice-presidente e um dos sócios-fundadores da companhia.

Falar também do desenvolvimento do agronegócio, é falar do cooperativismo agrícola. Para Fernando Degobbi, presidente da Coopercitrus, que integra a Lista, comanda um modelo de gestão que coloca o cooperado no centro e transforma essa lógica em escala, eficiência e crescimento contínuo.⁠

“Devemos encerrar o ano com 12% o que nos dá uma condição também de apresentar resultados positivos e montando já um orçamento para 2026 ambicionando, também, um crescimento na ordem de 10% a 12%. Estamos colocando o produtor no centro dos negócios”, diz Degobbi.

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