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A Forbes Brasil recebeu no início da tarde desta terça-feira (25), 166 entre CEOs e lideranças de empresas e cooperativas do agro para a apresentação do ranking Forbes Agro100 2025, no Jockey Club, na capital paulista.
“Esse ano, a Lista Forbes Agro100 está completando a sua sexta edição. Então, nos sentimos honrados de dar visibilidade de uma forma positiva”, diz Katarina Camarotti, diretora executiva da Forbes Brasil. “Eu conversava com um dos CEOs homenageados sobre como o agro às vezes é mal interpretado pela mídia. Temos aí essa tarefa muito importante e desafiadora de contar melhor essa história”.
Apresentado pela jornalista Fabiana Scaranzi e com o apoio do Grupo PHD, o Forbes Agro100 contou com o patrocínio da Royal Salute e do WhatsApp.
“É um prazer poder celebrar mais um ano de parceria com nosso whisky Royal Salute. É um privilégio poder brindar o agro, um setor que movimenta o nosso país. Por isso é sempre muito especial estar nos eventos da Forbes, mas principalmente esse do Agro100 para celebrar o protagonismo do agronegócio no Brasil”, diz Ana Paula Limonge, head de Marketing de Prestige da Pernod Ricard, detentora da marca Royal Salute.
“Gosto muito de falar de tecnologia e o agro no Brasil já é e sempre foi o pioneiro em adoção de tecnologias e isso tem muito a ver com o WhatsApp”, diz Conrado Leister, vice-presidente da Meta Brasil, companhia dona do Facebook, Instagram e WhatsApp.
Para Marcos Oliveira, head de Strategic Partnerships na Meta, o agro é estratégico para criar maiores vínculos e mais possibilidades negócios através do WhatsApp. “Queremos levar toda essa expertise que outras indústrias já desenvolveram para o ambiente do agro”, diz Oliveira.
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Katarina Camarotti, diretora-executiva da Forbes Brasil
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Foto_PHDCaio Carvalho e Ingo Plöger, da Associação Brasileira de Agronegócio
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Foto: LuPrezia
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Foto: LuPreziaFabiana Scaranzi, mestre de cerimônia, com líderes de cooperativas
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LuPreziaTanya Preciado e Marcelo Altieri
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Foto: LuPreziaCesar Borges, Caramuru Alimentos, e seu neto
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Foto: LuPreziaConrado Leister e Marcos Oliveira, do WhatsApp
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Foto_LuPreziaFernando Degobbi, da Coopercitrus
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Foto: LuPreziaMarquinhos Molina, da MBRF
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Foto LuPreziaKarina Dal Sasso, da Vigor Alimentos
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Foto: LuPreziaJoão Lima, Bruno Russo e Pietro Constantino, da Timbro Trading
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Foto: LuPreziaGilberto Tomazoni, da JBS
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Foto: LuPreziaEduardo Monteiro, da Mosaic
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Foto_PHDFabiana Scaranzi, jornalista e mc do Forbes Agro100
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Foto_LuPreziaRafael Tortola, da GTFoods
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Foto: LuPreziaCécilia de Saint-Viteux Miles, Katarina Camarotti, da Forbes, e Helen Jacintho, do Grupo Continental
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Foto: LuPreziaJoão Ricardo e Dênio de Oliveira, da Bem Brasil
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Foto: LuPreziaPaulo Sousa, da Cargill
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Foto: LuPreziaPaulo Alvarenga, CEO da thyssenkrupp América do Sul e presidente da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo
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Foto: LuPreziaEduardo Vilela de Rezende e Jacques Fagundes Miari, da Cocatrel
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Foto: LuPreziaRegis Murilo Lourenço Lemes e Danilo Dalia Jorge, da Aliança Agrícola do Cerrado
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Foto_LuPreziaHenrique Alexandre Mazzardo, da Fiagril
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Foto_LuPreziaRodrigo Rodrigues Petrus e Thais Vieira, da ESALQ/USP
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Foto_LuPreziaRogério Bonato e Luciano Pascon, do Frigol
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Foto_LuPreziaKatarina Camarotti, diretora-executiva da Forbes e Rafael, da Usina Coruripe
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Foto_LuPreziaArnaldo Antonio Bortoletto, vp da Coplacana
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Foto_LuPreziaFelipe Baruque, da Ambev
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Foto_LuPreziaBruna Luiza Bento e Douglas Seibert Lazaretti, da Suzano
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Foto_LuPreziaFernando Storchi, da Eldorado Celulose
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Foto_LuPreziaManuel Sandes da Silva e Tainá Silva, da Aurora Alimentos
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Foto_LuPreziaJoão Luis Benetti, da ICL América do Sul
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Foto_LuPreziaMárcia Araújo Alberto Luis de Araújo, da Belagrícola
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Foto_LuPreziaIngo Plöger, da Abag, e Nina Plöger, presidente do FMA
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Foto_LuPreziaLuiz Noto e Daniel Pagnani, da Cofco Internacional
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Foto_LuPreziaMaria Eduarda Weis, da Agrícola Alvorada
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Foto: LuPreziaFlavio Vargas, da Camil Alimentos
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Foto_LuPreziaJorge Guinle, presidente e sócio-fundador da Timbro Trading
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Foto_LuPreziaCamilo Adas, da Be8
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Foto_PHDVera Ondei, editora da Forbes Agro
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Foto_LuPreziaLuiz Adriano Teixeira, da Associação Brasileira de Inseminação Artificial
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Foto_PHDPainel sobre mercado de agro
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Foto: LuPreziaCarol Wehba, diretora comercial da Forbes
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Foto_LuPreziaCarla de Freitas e Maria Stella Damha
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Foto_LuPreziaDrink criado pela Royal Salute especialmente para o Forbes Agro100
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Foto_LuPreziaCarmen Perez, Isabella Facchini, Maressa Vilela, Talita Cury, Flavia Facchini, e Jaqueline Casale, do núcleo Forbes Mulher Agro
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Foto_LuPreziaCécilia de Saint-Viteux Miles, diretora de comunicação da Forbes Brasil
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Foto_LuPreziaCarla Oliveira Santos, Mario Michalski e Simone Silotti
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O agro que move a economia nacional
Em 2024, o conjunto das 100 empresas e cooperativas elencadas pela Forbes Brasil atingiu R$ 1,9 trilhão em receita líquida, frente a R$ 1,8 trilhão em 2023, um crescimento de 3,3%. Juntas elas responderam por 16,1% do PIB nacional e 69,3% do PIB do setor, segundo IBGE e Cepea/USP.
Mais do que produção, o agro sustenta a balança comercial e o emprego. No total, o setor registrou 28,2 milhões de postos de trabalho, ou 26% da força de trabalho nacional. O setor ainda garantiu US$ 147,3 bilhões (R$ 792,69 bilhões, segundo cotação atual) de superávit, recorde histórico nas exportações brasileiras.
“Todos sabem que nós somos o que somos porque a lutamos para mostrar a qualidade do que somos”, diz Luiz Carlos (Caio) Corrêa Carvalho, atual presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).
Ele e o próximo sucessor da ABAG, Ingo Plöger, fizeram um breve discurso na abertura do evento. Plöger passa a comandar a entidade em 2026.
“Queremos fazer um grande convite à sociedade brasileira para pensar o agro para os próximos dez anos, porque o agro brasileiro está passando por transformações profundas. […] O agro no mundo é solução”, diz Plöger.
As empresas de destaque no agro brasileiro
No total, a Lista Agro100 é composta por 21 companhias na categoria de Agroenergia; 16 de Comércio e Tradings; 16 Cooperativas; 14 de Alimentos e Bebidas; 14 de Proteína Animal; 11 de Agroquímicos, Genética e Insumos; e 8 de Celulose, Madeira e Papel.
Para o CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni, a celebração do reconhecimento da companhia reforça sua posição no centro das discussões sobre alimentos, clima e inclusão, sendo inclusive a empresa que encabeça a lista com uma receita líquida de R$ 416,95 bilhões em 2024.
“Buscamos sempre a excelência operacional e trabalhamos para desenvolver as comunidades em que estamos participando. Nós trabalhamos procurando crescer e ao mesmo tempo que fazemos isso de uma maneira mais sustentável”, diz Tomazoni.
Já Eduardo Monteiro, Country Manager Brasil da Mosaic Fertilizantes, líder no setor de Agroquímicas, Genética e Insumos na Lista faturando R$ 24,15 bilhões, detalha como a gestão de riscos e a governança financeira tornaram-se pilares do novo agronegócio brasileiro.
“A gestão de risco é fundamental e a agricultura é a gestão de risco na sua essência. Então é importante que o agricultor olhe para isso. Quando vemos o nosso progresso dos últimos 20 anos, a produção brasileira cresceu aí praticamente 400% em termos de volume e tecnologia e gestão ajudaram nisso”, diz Monteiro.
Outra companhia que mereceu destaque foi a Timbro. A trading multiprodutos em exportação, importação e mercado interno passou de um faturamento próximo de R$ 2,5 bilhões em 2020, com previsão de algo próximo a R$ 25 bilhões em 2025, o que significaria um crescimento médio anual entre 30% e 40%.
“A Timbro tem como um dos principais propósitos, levar o Brasil para o resto do mundo. Então, ao ganharmos essa chancela, subimos mais posições no ranking. Agora somos a 23ª maior empresa do país do agronegócio”, diz Bruno Romano Russo, vice-presidente e um dos sócios-fundadores da companhia.
Falar também do desenvolvimento do agronegócio, é falar do cooperativismo agrícola. Para Fernando Degobbi, presidente da Coopercitrus, que integra a Lista, comanda um modelo de gestão que coloca o cooperado no centro e transforma essa lógica em escala, eficiência e crescimento contínuo.
“Devemos encerrar o ano com 12% o que nos dá uma condição também de apresentar resultados positivos e montando já um orçamento para 2026 ambicionando, também, um crescimento na ordem de 10% a 12%. Estamos colocando o produtor no centro dos negócios”, diz Degobbi.



