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Eleita pela Forbes como uma das 50 empresas de IA de capital fechado mais promissoras do mundo, a Databricks foi fundada em 2013 por um grupo de sete acadêmicos da Universidade da Califórnia em Berkeley. Hoje, sob o comando de Ali Ghodsi, cofundador e CEO global, a startup é avaliada em US$ 62 bilhões. No Brasil, as operações começaram em 2023 com a abertura de um escritório em São Paulo.
Com o propósito de expandir a atuação no país, onde os negócios cresceram 150% nos últimos dois anos, a empresa convidou Ricardo Buffon, executivo com mais de duas décadas de experiência na liderança de gigantes da tecnologia, como Google e Oracle, para assumir o posto de Country Manager e comandar a vertical brasileira.
“Eu não tenho dúvidas de que o futuro será muito voltado a dados e à inteligência artificial. E estar na empresa que faz parte da vanguarda dessa inovação faz todo o sentido”, diz Buffon sobre a mudança.
“A posição de um novo country manager é consequência do trabalho que tem sido feito. Nós temos mais de mil clientes ativos na América Latina e, para gerenciar todo esse time, a gente precisava de alguém para tocar essa operação no Brasil”, comenta Marcos Grilanda, vice-presidente e gerente-geral da Databricks para a América Latina, que complementa dizendo que, até o fim de 2025, a startup contará com cerca de 200 colaboradores no país.

“O Brasil está vivendo um momento superinteressante, e todo esse investimento demonstra o quanto a Databricks acredita no país”, diz Buffon. Arezzo, Bradesco, Casas Bahia, Cielo, Gerdau, Gol Linhas Aéreas, iFood, Natura &Co e Renner estão entre as marcas nacionais que utilizam os serviços de coleta, processamento e análise de dados oferecidos pela companhia. “Contamos com casos de referência em diversos setores, o que é muito importante”, pontua Grilanda.
O nome “Databricks” faz um trocadilho com as palavras “data” e “bricks” (dados e tijolos, em tradução livre), justamente porque o modelo de negócio da startup envolve estruturar as informações das empresas para a geração de novas possibilidades a partir delas — seja com a construção de uma IA personalizada ou com uma nova perspectiva para um problema antigo. Poder democratizar o acesso a esse ecossistema no Brasil é a motivação do recém-chegado Country Manager.