Entre 2015 e 2025, o Brasil ampliou suas exportações de carne suína em 180%, indo de 472 mil toneladas para 1,32 milhão de toneladas, mostram dados do sistema Comex/Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Os números mostram que além de crescimento, também houve diversificação de mercados, reflexo da estratégia adotada pelo país de se posicionar de forma competitiva no mercado global da proteína.

Assim, embora concentrado, o setor não concentra vendas em apenas um destino, caso da soja, que tem a China como compradora de, aproximadamente, 70% da produção.
No caso da proteína suína, a Rússia era responsável por quase metade das exportações brasileiras em 2015, mas essa participação caiu drasticamente nos anos seguintes, enquanto as Filipinas começaram a se destacar como um mercado emergente.
No primeiro semestre de 2026, o Brasil já exportou 743 mil toneladas de carne suína, um crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2025. As Filipinas lideram as compras, seguidas pela China, que apresentou uma queda nas importações.
Esse cenário mostra que o Brasil está não apenas diversificando seus mercados, mas também se adaptando às mudanças nas demandas globais, o que é crucial para a segurança e estabilidade do setor agropecuário.
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