28/08/2026

28/08/2026

Conheça 6 Marcas Que Investiram no Setor


Como as grifes de roupas e acessórios expandem suas atividades ao setor de alimentos para oferecer experiências exclusivas e sofisticadas



Divulgação – Prada

Em 2018, a marca de luxo Prada inaugurou a cafeteria Prada Café

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Marcas de luxo estão mostrando que o setor de alimentos e bebidas não se restringe apenas à produção agrícola, pecuária e segurança alimentar. Claro, que quando pensamos em agro, é isso que nos vêm à mente.

Mas a Dolce & Gabbana e Armani são algumas grifes que estão indo além e tratando o setor como um campo fértil para expansão de negócios e de diversificação de fontes de renda, já que o mercado global de alimentos e bebidas, avaliado em US$ 8,5 bilhões em 2023, deve atingir US$ 14,5 bilhões em 2032. É o que aponta o Global Food and Drink Sales Market Report 2032, relatório da consultoria indiana Business Research Insights.

Confira 6 marcas que não quiseram ficar de fora do setor e investiram na produção de alimentos e bebidas, e abriram restaurantes e cafeterias para oferecer experiências gastronômicas exclusivas.



  • Dolce&Gabbana

    Além das peças de luxo, a grife Dolce & Gabbana também assina massas e molhos de tomate sofisticadas, em uma parceria com a Pastificio Di Martino, tradicional e renomada fábrica de massas italiana, fundada em 1912, na Campânia, sul da Itália, região considerada o berço da pasta italiana.
    Para acompanhar a massa, um vinho. Em 2017, a Dolce & Gabbana lançou uma linha de vinhos em colaboração com a Cantine Ferrari, uma vinícola renomada especializada em espumantes produzidos na região do Trentino, no norte da Itália.
    Dois anos depois, a grife também fez uma parceria com a vinícola siciliana Donnafugata, e produziu a linha de vinhos Donnafugata.
    A marca também se juntou com a Fiasconaro, uma tradicional confeitaria siciliana, para criar uma linha exclusiva de panettones para o Natal e colomba para a Páscoa.



  • Loius Vuitton

    A holding francesa especializada em artigos de luxo LVMH – Louis Vuitton Moët Hennessy – possui a Moët Hennessy, uma divisão do grupo que controla algumas das marcas mais prestigiadas de vinhos e espumantes do mundo, incluindo Dom Pérignon, Krug, Ruinart, Veuve Clicquot e Moët & Chandon. Ainda tem os espumantes Chandon e vinhos que são considerados ícones, como os da região de Bordeaux Château ‘Yquem e Château Cheval Blanc.
    Na Argentina, o grupo tem os vinhos Cheval des Andes e o Terrazas de los Andes, esse último que foi incluído no ranking da Wine Spectator, como um dos 10 melhores do mundo por causa de sua relação custo-benefício.
    Fazem parte da lista, ainda, o cognac Hennessy, a vodka Belvedere e os whiskies escoceses Glenmorangie e Ardberg, além de um rum cubano. Para Philippe Schaus, CEO da Moët Hennessy, além de comercializar vinhos de qualidade, a marca quer promover experiências que fazem os consumidores sonharem.



  • Gucci

    A Gucci é uma marca de luxo italiana que se aventurou na produção de alimentos e bebidas. Em 2018, a marca inaugurou o restaurante Gucci Osteria, em Florença, na Itália, comandado pelo chef italiano Massimo Bottura. Outras duas unidades estão em Los Angeles e Tóquio.
    Um dos sucessos do menu da Gucci, no Japão, são os chocolates, disponíveis nos sabores chocolate branco com framboesas secas e gianduia de nozes com avelãs.
    Mas essa não é a primeira vez que a grife se envolve com doces. Em 1938, a marca colaborou com a Lavoratti, tradicional chocolateria italiana, para criar um ovo de Páscoa de chocolate amargo equatoriano com limão e alecrim.
    E para bons italianos, o vinho não pode faltar. Em parceria com a vinícola Tenuta Luce, localizada na região da Toscana, Itália, a Gucci Osteria de Florença serve a bebida, principalmente com a uva Sangiovese, misturada com outras variedades de uvas, como Merlot e Cabernet Sauvignon.



  • Prada

    Em 2014, a Prada comprou a Marchesi 1824, uma das confeitarias mais tradicionais e renomadas de Milão, na Itália, fundada em 1824.
    A aquisição permitiu que a marca trouxesse sua expertise em confeitaria para o universo da moda e expandisse sua influência no mercado de luxo e na gastronomia de alta qualidade.
    A confeitaria é famosa por suas delícias artesanais, como panettones, biscoitos, chocolates, tortas e doces típicos da Itália. No Natal, a Marcheri 1824 se destaca pela produção de panettones gourmet, que são vendidos nas lojas da Prada e em pontos de venda exclusivos.
    Em 2018, a marca inaugurou a cafeteria Prada Café, que serve café da manhã até coquetéis noturnos. Os doces são feitos pela Marchesi 1824.




  • Armani

    A Armani não é novata no setor de alimentos e bebidas. Em 1998, o estilista e dono da marca, Giorgio Armani inaugurou o restaurante Paris, que possui uma estrela Michelin, em Rive Gauche, bairro da capital francesa.
    A partir daí, ele abriu outras 20 unidades, incluindo cafeterias, que se espalham por grandes cidades, como Milão, Tóquio, Dubai e Munique.
    “Sempre quis que a marca se tornasse um estilo de vida, e a comida, um dos elementos mais importantes do cotidiano, não poderia faltar”, disse Armani
    A marca do estilista também se destaca pela linha de doces sofisticados, a Armani/Dolci. Fundada em 2002, o braço adocicado da Armani foi criado em parceria com a Venchi, tradicional empresa italiana de chocolates e confeitaria, fundada em 1878 por Silviano Venchi em Turim, na Itália.
    A Armani/Dolci oferece uma seleção sofisticada de chocolates, biscoitos, chás, geleias e outros produtos artesanais em embalagens luxuosas, que são vendidos em lojas exclusivas da marca e em butiques selecionadas ao redor do mundo.



  • Bulgari

    A marca italiana entrou na confeitaria de luxo com a linha “Bulgari Il Cioccolato”. Conhecida por suas joias e acessórios de luxo, ela criou uma linha de chocolates para oferecer uma experiência sensorial que combina o requinte de suas criações com o sabor do chocolate artesanal.
    Os bombons, trufas e barras de chocolate, considerados jóias doces, são feitos a partir de ingredientes premium, como cacau de origem selecionada, e seu design é sofisticado.
    Os chocolates são produzidos artesanalmente no Japão, onde a Bulgari inaugurou sua primeira boutique de chocolates, em 2007. Cada doce é feito com ingredientes exclusivos, como trufas italianas, açafrão, vinhos raros e frutas secas nobres.
    A linha é vendida em lojas selecionadas da marca, principalmente no Japão, Dubai, nos Emirados Árabes, e em Milão, na Itália. Alguns doces ainda podem ser encontrados nos hotéis da rede Bulgari ao redor do mundo.



Dolce&Gabbana

Além das peças de luxo, a grife Dolce & Gabbana também assina massas e molhos de tomate sofisticadas, em uma parceria com a Pastificio Di Martino, tradicional e renomada fábrica de massas italiana, fundada em 1912, na Campânia, sul da Itália, região considerada o berço da pasta italiana.
Para acompanhar a massa, um vinho. Em 2017, a Dolce & Gabbana lançou uma linha de vinhos em colaboração com a Cantine Ferrari, uma vinícola renomada especializada em espumantes produzidos na região do Trentino, no norte da Itália.
Dois anos depois, a grife também fez uma parceria com a vinícola siciliana Donnafugata, e produziu a linha de vinhos Donnafugata.
A marca também se juntou com a Fiasconaro, uma tradicional confeitaria siciliana, para criar uma linha exclusiva de panettones para o Natal e colomba para a Páscoa.


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