19/05/2026

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Cientistas dos EUA preveem temporada de furacões acima do normal para 2025

Cientistas do governo dos Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (22) que esperam uma temporada de furacões acima do normal em 2025, com a passagem de três a cinco tempestades violentas de pelo menos 179 km/h.

A temporada de furacões no Atlântico, que começa em 1º de junho, deve produzir de 13 a 19 tempestades tropicais com ventos de pelo menos 63 km/h, de acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA. Dessas tempestades, a previsão é de que de seis a dez se tornem furacões com ventos de 119 km/h ou mais.

“Temperaturas mais altas da superfície do mar são provavelmente o principal fator que contribui para isso”, disse Ken Graham, diretor do Serviço Nacional de Meteorologia.

Meteorologistas acadêmicos e privados também emitiram previsões semelhantes para a temporada, que irá se estender até 30 de novembro.

Temperaturas elevadas são principal fator para formação de furacões

Entre 1991 e 2020, houve uma média de 14 tempestades tropicais no Atlântico anualmente, incluindo uma média de aproximadamente três furacões de grande porte entre sete dos que passaram pela região.

Meteorologistas da Universidade Estadual do Colorado disseram no início de abril que a temporada de furacões de 2025 na bacia do Atlântico será acima da média, com 17 tempestades tropicais, incluindo nove furacões, dos quais quatro são previstos como grandes.

A AccuWeather divulgou sua previsão para a temporada de furacões de 2025 no final de março. O serviço meteorológico prevê entre três e cinco furacões de grande porte, de um total de sete a dez furacões, além de 13 a 18 tempestades tropicais.

Ainda segundo Ken Graham, as temperaturas quentes são um grande fator que contribui para as tempestades acontecerem:

A temporada de furacões de 2024 foi uma das mais custosas já registradas. Houve cinco grandes furacões, de um total de 11 furacões de 18 tempestades.

A morte de 427 pessoas foi atribuída às tempestades de 2024, e as perdas totalizaram US$ 130 bilhões (aprox. R$730 bilhões).

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